terça-feira, 19 de julho de 2016

Resenha: A Seleção - Kiera Cass.


Título: A Seleção.
Autora: Kiera Cass.
Editora: Seguinte.
Páginas: 368.
Ocorreu a terceira guerra mundial, onde os Estados Unidos da América é dominado pela China, dessa forma se tornando um Estado Americano da China.
 A população do Estado Americano da China planejava combater a China, mas a Rússia decidiu expandir seu território. E onde eles planejaram invadir? No Estado Americano da China, é claro.
Só que com essa nova ameaça de invação abriu uma oportunidade de aliança com toda América do Norte para combater a Rússia. Esse ataque foi comandado por Gregory Illéa, rei e responsável pela transformação do Estado Americano da China em Illéa.
“A Seleção” se passa no país Illéa, onde as classes sociais são separadas por castas de 1 à 8, onde a casta 1 é da família real é a casta 8 se refere aos mendigos.
A protagonista é América Singer da casta 5. Sua família trabalha no meio artístico com pinturas que seu pai e sua irmã fazem e América com a sua mãe cantam e tocam vários instrumentos musicais, já seu irmão mais novo não encontrou ainda sua vocação artística para ajudar a família.
A situação financeira deles é muito precária, já que os serviços prestados são mais solicitados no verão e esse dinheiro deve ser economizado para durar o ano todo para alimentação, vestimentas e higiene.
América mantem um namoro escondido com Aspen, que é da casta 6, trabalha como ajudante para as castas superiores (1 à 5). América e Aspen têm planos de se casarem, mas a diferença de casta atrapalha seus planos.
E para abalar ainda mais o romance do casal, foram enviadas cartas pelo rei para todas as jovens com 16 anos informando que o príncipe Maxon atingiu a maior idade e está à procura de uma companheira dando início assim às inscrições para participar da seleção.
América não que participar da seleção, o que ela quer é construir seu futuro ao lado de Aspen, mas se ela participar poderá ajudar financeiramente sua família, pelos dias que ela conseguir ficar na disputa para conquistar o príncipe.
Por sua família, América aceita inscrever-se para o processo da seleção e ela é escolhida entre as 35 garotas para morar no palácio e disputar a coroa, ou melhor, o coração de Maxon. Mas América vai para disputa com um único objetivo, ficar tempo suficiente na seleção para sua família receber dinheiro pela sua participação e ficar o mais distante possível do príncipe.


E assim se inicia a história da América Singer na seleção. No começo, logo que ela chega ao palácio, fiquei com muita raiva por dois motivos. Primeiro porque ela ficava com frescura: “quero ir embora”, “minha família precisa da minha ajuda”, “odeio o Maxon”... E assim vai. Ela só reclamava e não tinha nenhuma atitude para mudar. E segundo, ela era muito grossa com Maxon e ele era super doce, gentil, amável e educado com a América.
[...] mas dificilmente uma mulher se casaria com alguém de uma casta mais baixa. Um homem de casta inferior podia até pedir sua mão, mas raramente recebia um ‘sim’ como resposta. E quando pessoas de casta diferentes se casavam, tinham que preencher um monte de papelada e esperar uns noventa dias para poder tomar as outras medidas legais necessárias.
Mas ainda bem que ela melhora com ele. Só terminei de ler porque América foi mudando e melhorando a cada capítulo e estava sendo mais gentil com Maxon, mas o estraga-tudo do Aspen (idiota) resolve aparecer, só para atrapalhar a situação. Não vou contar o resto se não perde a graça de ler…
Se sua filha, irmã ou protegida elegível estiver interessada na possibilidade de tornar-se a noiva do príncipe Maxon e a adorada princesa de Illéa [...] A família de cada participante será recompensada financeiramente’ - minha mãe alongava as palavras para criar um efeito dramático.
O livro é narrado em 1ª pessoa, pela visão da América. A leitura não é cansativa e flui naturalmente, a história consegue prender sua atenção sem você perceber o tempo passando. E a história não tem nada a ver com a trilogia Jogos Vorazes. A única coisa que me lembrou sobre o livro foi o a descrição das comidas, sabores. Por fim, adorei o livro e não me arrependo de ter lido.
Graças a ele nosso país nasceu. As alianças formadas pelo Americano da China formaram uma frete unida e a reputação dos Estado Unidos estava tão arruinada que ninguém queria reaproveitar o nome. Assim, a nova nação se formou sob a liderança e o nome de Gregory Illéa. Ele salvou o país.

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